Alforrio-me escravo
Labuto ao cair do véu
No seu rosto vermelho sol
Pousarei borboleta
E se teus lábios revelam-se cais
Partirei daí
Sua mucosa rala
Timoneiro
Faço-me seus
olhos marejam
Inundam mar.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Comi
Juro que comi
e ela é linda
tem seus olhos pintados
e escalei seus montes
que monte!
Desbravei a gruta
em que havia uma mulher sem orifício
Fiz ali um sacrifício
deleitei-me em suas corredeiras
e na floreira
fiz-me espinho
devorei
afoito
escroto,
como um besouro a uma boa folha viva
e como um bom animal
gozei
olhando o céu
como somos felizes?
não tinha cigarro.
inverno de 2011.
inverno de 2011.
terça-feira, 3 de maio de 2016
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