quinta-feira, 26 de maio de 2011

Parênteses

Abra parênteses e pensas como a vida é cheia de encontros, agora pode fechar parênteses. 
Fotografo por hobby algum tempo e conversando com amigo-poeta Fernando Lucas, fiz permanente uma participação no seu BLOG, mostrando a óptica poética. Sendo assim, deliciei-me de um poema de Fernando e tive uma visão, uma reação ilusionista de 2008, na frente de seu apartamento. Abaixo Poema e Foto do passado-presente e futura visão.




Odioso poema de amor
Fernando L.S. Martins

Eu amei somente uma vez
Quando não existia ontem
E o amanhã era um número nulo
Amei quando chovia nossos corpos
E todo o mundo era lágrima
Da alegria a tristeza
Nosso abraço de outono
Que não pulou estações
Não planejou reencontro
Nosso carpem diem
E minha vida foi um sorriso teu
Tão somente meu
Que não importava o vento cálido
A nuvem escura
Era um afago no peito
Tao feito de alma
Suavemente perfeito
Eram dois corpos num
Laço de braços
Eu amei somente uma vez
E quando a noite apareceu
Cobrindo o céu escuro
Fez tremer meu medo
Já não era mais hoje
E tão pouco se podia o ontem
O amanhã era agora
E o que outrora sentia
Fez fino a ponta do tinteiro
Tão certo do erro
Certo de que foi-se o amor verdadeiro

domingo, 22 de maio de 2011

Poemetos #2

 Mais um poemeto da incrível Twitterland.

'tua boca floresce em meu pescoço
cria raízes em minha nuca
dá frutos em mim'

 via @lgmoulin 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Poemetos #1

Olá frequentadores do botequim literário Samba Torto!
Iniciaremos neste mês de Maio uma série poemetos do Twitter.
De começo, posto uma foto registrada há uma semana atrás, num pôr de sol envolvente no mampituba, Torres/RS.
Boa batucada!
  



    










 
'Negue sua fé
Fuja de seu credo 
Pegue o primeiro trem devaneio'