Eu gosto do samba canção
embargado feito vinho
O nó na garganta
Valseia
Ah, tão quão momentos
que hoje é saudade
Aumento a dose
Já perco a direção
A ausência do pranto
Já não faz falta.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Parede
A melodia das
paredes que
Insiste em recortar o
cenário amoroso
Moroso...
A espera na
memória recente
Decente
Paro e escuto
pensamento
A lógica viva
A imagem fiel
espaço
Opacos
Há de ter
sol
Não esse que beija
lábios
Não aquele que
acalanta a pele
Há de haver
chuva
Não essa que se faz
ausente
Que abre trabéculas na terra
O assombro das paredes
Na verdade
as paredes
São chuva e sol
dançam as paredes
dançamos....
Deixa o nosso segredo
aqui
entre nós
Não fuja com meus e teus
Paredes,
pare de usar pronomes
Possessivos.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
06/02/2011
Quando em sua espinha é presente
em seus olhos
perco imensidade da galáxia
Gingado estontante
Meu desejo e naquelas pernas
se perder
No colo achar
algum segredo ou beleza cadente
Decadente
Beatriz
No seu sangue trafega poemas de Neruda
Diz-se que coração vago
Nomeou-me felino
com suas garras beijou-me
Acariciou com um bocado de palavras
Vivas mãos
Contou do espaço do seu coração
Vago
Pensei em caetanear
Insistir que meu coração
é
Vagabundo
Mambembe
Levado.
em seus olhos
perco imensidade da galáxia
Gingado estontante
Meu desejo e naquelas pernas
se perder
No colo achar
algum segredo ou beleza cadente
Decadente
Beatriz
No seu sangue trafega poemas de Neruda
Diz-se que coração vago
Nomeou-me felino
com suas garras beijou-me
Acariciou com um bocado de palavras
Vivas mãos
Contou do espaço do seu coração
Vago
Pensei em caetanear
Insistir que meu coração
é
Vagabundo
Mambembe
Levado.
notas da mente que sente
Tão lógico
Objetivo o saber
Deste Idílio
O fato desejo
De mobilizar o hospital
- coração de quem ama
Ao pulsar da chama
Chama/Clama por
Romantismo exacerbado
Pura carência
Objetivo o saber
Deste Idílio
O fato desejo
De mobilizar o hospital
- coração de quem ama
Ao pulsar da chama
Chama/Clama por
Romantismo exacerbado
Pura carência
domingo, 21 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Mijada filosófica
Mãos no pinto
mijando
no muro, bundo
divagando devagar na urina de vagar
- o que seria da vida
sem a vida?
a vida basicamente
seria, sem a vida
rígida e discente
pois respirando
somos animais de bem
talvez erramos em ser
humanos, mas somos
som e bônus
duma nação
hipóclirita* ( tanto oxigenio)
hipóclirita* ( tanto oxigenio)
A nação e a questão
a ser analisada num momento
é que posso pensar
na madness da riqueza
experimental e vendo
e sentindo a .. PUTA QUE PARIU, FILHA DA PUTA
- MERDA!!!!
Ase calças viraram filtro de café ralo.
O pinto se esconde, Mas vergonha não.
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